Edelweiss. Áustria (1646).
Site Oficial: http://www.edelweissbier.at
Rótulo: nada consta.
Opinião: Cor dourada quase opaca, tem espuma alta. O aroma ressalta o cravo e uma confusão frutada que tirou o cheiro de cerveja tradicional mas também não conseguiu agradar.
Corpo médio. Combinação de banana com cravo e suavização com limão (que apresenta um pouco de acidez nos primeiros segundos) e framboesa (divertido sentir o gosto de framboesa na cerveja e demorar para identificar tal elemento pela primeira vez, mas nota-se no fim do gole, suavizando).
É do tipo refrescante, não é densa. De maneira geral, apresenta um bom drinkability.
Nota Brejas & Cia: 6,5.
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Saint Bier Pilsen. Forquilinha-SC, Brasil (2005).
Site Oficial: http://www.saintbier.com.br
Rótulo: Há aproximadamente 5400 anos os egípcios já produziam chope. Na idade média o chope passou a ser produzido nos mosteiros, sendo os monges católicos que deram a ele o aroma e sabor que conhecemos nos dias de hoje. Pilsen é uma cerveja lager clara, cremosa, refrescante, lembrando frutas amarelas.
Opinião: Uma cerveja conterrânea que não me decepcionou. Dourada brilhante, com espuma média, aroma frutado. Corpo médio, refrescante para metálica.
É um mínimo mais densa que tradicionais televisivas mas não prejudica o drinkability. Na abertura da garrafa e nos primeiros goles com espuma parecia que a exemplar estava um pouco oxidada, mas na verdade atribuímos no final o gosto ao realce do malte.
Opinião: Uma cerveja conterrânea que não me decepcionou. Dourada brilhante, com espuma média, aroma frutado. Corpo médio, refrescante para metálica.
É um mínimo mais densa que tradicionais televisivas mas não prejudica o drinkability. Na abertura da garrafa e nos primeiros goles com espuma parecia que a exemplar estava um pouco oxidada, mas na verdade atribuímos no final o gosto ao realce do malte.
A impressão ficou apenas no primeiro gole. Dali em diante não senti mais a sensação de oxidação (nota: li uma matéria sobre oxidação minutos antes de abrir a garrafa, talvez a cabeça estivesse se preparando para identificar uma possível oxidação, o que não aconteceu).
O preço condizente com o que oferece. Lembrem-se que quantidade não é qualidade, também não é cerveja para ser tomada em grandes quantidades. No retrogosto senti gosto claro de abacaxi e um pouco de mel, mas o creme não é tão persistente. Apesar disso, é a melhor cerveja brasileira disparada que já tomei.
O preço condizente com o que oferece. Lembrem-se que quantidade não é qualidade, também não é cerveja para ser tomada em grandes quantidades. No retrogosto senti gosto claro de abacaxi e um pouco de mel, mas o creme não é tão persistente. Apesar disso, é a melhor cerveja brasileira disparada que já tomei.
Nota Brejas & Cia: 8,5.
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Bamberg Rauchbier. Votorantim-SP, Brasil (2005).
Site Oficial: http://www.cervejariabamberg.com.br/cerveja.php
Site Oficial: http://www.cervejariabamberg.com.br/cerveja.php
Rótulo: A bamberg é uma cervejaria independente que produz cervejas de forma artesanal e segue a Lei de Pureza da Alemanha. Para isso utiliza maltes Agrária e Weyermann, lúpulo de Hallertauer, fermento bávaro e um longo processo de maturação, para que a cerveja tenha seus aromas e sabores aprimorados.
Todos os dias a equipe Bamberg tem o compromisso de superar o dia anterior para que este produto chegue ao seu copo e o surpreenda. Por isso deguste esta cerveja com o mesmo cuidado com que foi fabricada.
A bamberg rauchbier é uma cerveja defumada, de baixa fermentação, tradicional da cidade de Bamberg, Alemanha. Sua receita e ingredientes tem origem nesta cidade, mantendo assim, todo seu aroma e sabor. Harmoniza com pratos da culinária brasileira tais como: feijoada, churrasco e carne seca.
Opinião: Eleita a segunda melhor cerveja rauchbier do mundo, está no top 50 cervejas disponíveis no Brasil, além de outros prêmios como International Beer Awards 2010, tem espuma média (alta se considerar cerveja preta), cor opaca, marrom.
Corpo médio, um pouco seca e não é doce e sim amarga! É amarga por conta do processo de defumação, sobre isso lembro sempre das linguiças artesanais que combinariam também com essa cerveja, aliás, todas as indicações de acompanhamento devem ser seguidas pois realmente deve valer a pena, pois ela é essa cerveja toda que diz ser. Em relação ao churrasco, se for aquele com a galera, creio que não combina, precisa ser uma cerveja mais leve. Em carnes, deve cair bem uma picanha mal passada.
Leves toques de caramelo e toffe para não tirar a total característica da cerveja. Mas alguns momentos, parece ser um café gelado caramelizado, espumado e fantástico. Excelente drinkability.
Nota Brejas & Cia: 7,3.
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Way Beer American Pale Ale. Pinhais-PR, Brasil (2010).
Site Oficial: http://www.waybeer.com.br/cerveja/american-pale-ale/
Rótulo: O estilo Uncle Sam de fazer Pale Ale não falha! Os lúpulos americanos dão aroma e sabor cítricos a esta cerveja equilibrada e com um final marcante. Através da técnica dry hopping, colocamos ainda mais lúpulo aromático durante a maturação.
Opinião: Garrafa que parece ser um refrigerante, bem no estilo marqueteiro norte americano (quando comprei, lembrei dos cigarros de chocolate e a relação deles com a cerveja. Bem, em relação ao conteúdo da cerveja, tem coloração dourada consistente, o que já denunciava um creme um pouco mais denso.
Esse creme mais denso não prejudica o drinkability, pois combina com o estilo. Tem espuma alta, um bom aroma mas sem lembrar das tradicionais, é brilhante e corpo médio. Fiquei com dúvida nos ingredientes, eu achei que fosse limão, especialistas falam de abacaxi e no retrogosto é possível concordar com a afirmação.
Relataram capim e eu acho que erva cidreira por causa da leve sensação de amortecimento na língua/gengiva (engraçado inclusive). Tem um pouco de amargor mas por causa do limão/abacaxi puxa mais para o ácido refrescante. É muito agradável, descontraída e deve ser apreciada acredito que até sem acompanhamento para sentir todos os componentes dessa bela cerveja. Pena que o preço é um pouco salgado considerando ser uma cerveja aqui do PR, ao menos tirou da minha cabeça de evitar cervejas daqui, exceção no momento e recomendo!
Esse creme mais denso não prejudica o drinkability, pois combina com o estilo. Tem espuma alta, um bom aroma mas sem lembrar das tradicionais, é brilhante e corpo médio. Fiquei com dúvida nos ingredientes, eu achei que fosse limão, especialistas falam de abacaxi e no retrogosto é possível concordar com a afirmação.
Relataram capim e eu acho que erva cidreira por causa da leve sensação de amortecimento na língua/gengiva (engraçado inclusive). Tem um pouco de amargor mas por causa do limão/abacaxi puxa mais para o ácido refrescante. É muito agradável, descontraída e deve ser apreciada acredito que até sem acompanhamento para sentir todos os componentes dessa bela cerveja. Pena que o preço é um pouco salgado considerando ser uma cerveja aqui do PR, ao menos tirou da minha cabeça de evitar cervejas daqui, exceção no momento e recomendo!
Nota Brejas & Cia: 6,0.
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BrewDog 77 Lager. Escócia (2007).
Site Oficial: www.brewdog.com
Rótulo: Beers are the epitome of pure punk. We brew uncompromising, bold and irreverent beer, beer with a soul and purpouse. Ditch the mainstream and say hello to BrewDog.
Opinião: Boa textura, espuma média, brilhante. Apresenta ser metálica no primeiro gole, provavelmente para justificar o título de cerveja "punk", mas também prejudica o drinkability. Apresenta muito sabor do creme ao final, corpo elevado e é possível notar nos primeiros goles.
No Brasil, para uma long neck tem preço bem salgado, o que também pesou na hora de lançar a nota. Tirando este fato um pouco de lado, parece que a cerveja apresenta ser muito ácida, então se esse for o seu estilo, talvez ela possa agradar mais do que nessa nossa avaliação.
Nota Brejas & Cia: 4,8.
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Quilmes. Argentina (1890).
Site Oficial: http://www.quilmes.com.ar
Rótulo: nada consta.
Opinião: A cerveja de nossos hermanos tem espuma média e corpo leve, dourada brilhante. Quase sem cheiro. Refrescante. Tem sabor com boa duração, não é densa. Tem um pouco de amargor no final o que me agradou bastante.
Para os brazucas ela tem o preço salgado pelo que apresenta, pois é uma cerveja para se beber de quantidade, sem muita cerimônia. Faz a linha de budweiser, stella, norteña.. nada muito novo, mas é uma cerveja agradável e um pouco melhor que as nacionais, apesar de eu achar um pouco aguada. Bom drinkability.
Nota Brejas & Cia: 3,4.
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Birra Moretti. Itália (1859).
Site Oficial: http://www.birramoretti.com/
Rótulo: The beer in Italy, Full Bodied Lager Beer.
Opinião: Conhecida como "brahma dos italianos", é leve ao tomar, um pouco aguada e por isso tem um médio drinkability . Espuma média. Refrescante. Não tem nenhuma novidade expressiva se comparada com as nacionais, podendo ser chamado de clássica.
Apresenta o que é uma cerveja aqui no Brasil com um mínimo a mais de qualidade. Combinação do preço e da falta de novidade leva uma nota baixa. Não é uma cerveja especial caso esteja procurando algo novo.
Nota Brejas & Cia: 2,8.
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Kromus. Rio das Pedras - SP, Brasil (sem data)
Site Oficial: www.kromusbeer.com.br
Rótulo: nada consta.
Opinião: Cerveja que foi comprada após ter tomado um copinho de café como degustação no mercado. É lógico que fiquei sem opinião formada, então acabei trazendo uma para casa para avaliar.
O fato é que não oferece nada diferente de uma premium nacional, inclusive perde para várias. Tem espuma alta e mais frustrações se revelam durante a prova: aroma convencional, creme não persistente, corpo leve, bom drinkability mas é quase aguada, um pouco ácida no fim de cada gole mas a característica é refrescante.
Na sinceridade com o leitor, quer uma premium do nível dessa Kromus, compre uma itaipava premium que o preço/sabor compensa mais que ela.
Nota Brejas & Cia: 2,1.
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Site Oficial: www.kromusbeer.com.br
Rótulo: nada consta.
O fato é que não oferece nada diferente de uma premium nacional, inclusive perde para várias. Tem espuma alta e mais frustrações se revelam durante a prova: aroma convencional, creme não persistente, corpo leve, bom drinkability mas é quase aguada, um pouco ácida no fim de cada gole mas a característica é refrescante.
Na sinceridade com o leitor, quer uma premium do nível dessa Kromus, compre uma itaipava premium que o preço/sabor compensa mais que ela.
Nota Brejas & Cia: 2,1.
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Therezópolis. Rio de Janeiro-RJ, Brasil (1912).
Site Oficial: http://www.vilastgallen.com.br/wp/.
Rótulo: Em 1912, o pioneiro Alfredo Claussen lançou com base na receita de seus antepassados dinamarqueses a cerveja Therezópolis - alegria deu não somente ao seu criador, mas de todos os apreciadores da região. Em homenagem ao mestre Claussen resgatamos essa preciosidade. Cerveja premium encorpada, elaborada com o mais puro malte, três tipos de lúpulos aromáticos e cristalina água das montanhas de Teresópolis/RJ.
Opinião: Compramos a cerveja em um Kit bonito, preço um tanto quanto salgado (superior a bier hoff) e mais uma vez animados por ser uma cerveja brasileira do tipo premium.
É metálica, cor dourada bonita e com alta espuma. Esperávamos uma cerveja um pouco mais espessa e incontestavelmente amarga, o que não aconteceu, sem contar o pouquíssimo creme presenciado. Especialistas relatam o provável uso de couve na receita, mas sinceramente não conseguimos sentir o sabor. Depois que fizemos a review, fomos atrás de mais informações a e ninguém relatou o gosto de cravo. Mas no aroma e no final de cada gole um gosto que não passa despercebido.
Cerveja de corpo médio, com pouca drinkability. Relatado isso, fica a dica que é a segunda cerveja de 600ml, brasileira que não valeu a pena.
Nota Brejas & Cia: 1,9.
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Bier Hoff Weizen. Brasil, Curitiba (2002).
Site Oficial: http://www.bierhoff.com.br
Rótulo: Weizen é uma tradicional cerveja da Baviera, sul da Alemanha que se caracteriza por apresentar em sua fórmula mais de 50% de malte de trigo. Preserva a turbidez típica de uma cerveja não filtrada. Sempre efervescente é considerada um "espumante" pelos alemães.
A Bier Hoff Weizen, apresenta um sabor frutado e refrescante, evidenciado pelas notas de cravo que com muita elegância, emergem do seu precioso líquido. Harmoniza muito bem com pratos da culinária alemã, pratos condimentados como os da culinária mexicana, japonesa, tailandesa, indiana e chinesa.
Opinião: Confesso que comprei entusiasmado por saber que era um cerveja Curitibana, um kit bonito. As aparências boas terminaram ai. Estranhei a combinação da cor turva da cerveja e ao mesmo tempo de não ser densa. Apresenta o cheiro tradicional de cervejas nacionais, mas o gosto forte do cravo é notado no primeiro gole. Espuma em volume médio. Especialistas dizem sentir a presença de abacaxi (na segunda garrafa consegui sentir um pouco me concentrando na parte metálica), também é possível sentir o gosto de banana. Intercala momentos metálicos, adstringentes e estranhamente suaves - o que torna por caracterizar um baixo drinkability.
No fim da primeira garrafa, ela "pega" um pouco, mas no durante, não - corpo médio. Provei uma segunda garrafa que apresentou menos gosto do cravo, mas ainda realça na garganta o gosto forte, penso que existe algum problema na regularidade do padrão. Acho que eu não provo uma terceira, ser "premiado" com uma garrafa ruim já me basta. Também não chega nem perto do "espumante" eu falam no rótulo, provavelmente não combine com tantos pratos como mencionados (eu não arriscaria). É uma cerveja do tipo especial, para sair da rotina, só não é uma boa escolha.
Nota Brejas & Cia: 1,1.
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